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Indeov lança Revista Digital

Acreditamos que bons conteúdos podem influenciar decisões e dar suporte aos desafios durante seu tratamento.

Com foco na educação de seus pacientes, a INDEOV desenvolveu uma revista com envio mensal para informar sobre os benefícios e posicionamentos relevantes do ecossistema da Cannabis Medicinal. 

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Veja como enviar uma mensagem à família de Charlotte Figi, símbolo da Cannabis no mundo

Na última semana o setor canábico foi sensibilizado com o falecimento de Charlotte Figi – um dos símbolos da Cannabis no mundo. Charlotte, uma garota de apenas 13 anos, deixa um legado histórico para a humanidade por sua força de vida.

Em sua homenagem, a associação americana Realm of Caring está organizando um memorial. A ONG foi fundada inspirada em sua história, para guiar famílias em suas jornadas de saúde com a Cannabis medicinal. Pessoas de todo o mundo podem contribuir enviando um e-mail para charlottememorial@realmofcaring.org com suas mensagens e cartões para a família.

Aqui no Brasil, a Indeov, representante da Charlotte’s Web (cepa que levou o nome da criança) está coletando relatos e mensagens de pacientes brasileiros para contribuir com a ação.

“Convidamos os pacientes brasileiros e suas famílias a compartilharem suas mensagens em memória da Charlotte. De certo modo, todos fomos impactados pelo legado da Charlotte. Queremos levar essa mensagem de conforto aos familiares”,

Camila Teixeira, CEO da Indeov.

“Quando começamos a trabalhar no Brasil em 2016, a Charlotte’s Web foi uma das primeiras marcas a entrar na lista de facilitação para importação da Anvisa. A história dela também impactou muito positivamente o Brasil”, completa Teixeira.

Outro reconhecimento importante é a criação de um dia em sua homenagem. Jared Polis, governador do Colorado (USA), decretou o dia 7 de abril como uma data em sua memória, pela sua vida e como símbolo das reformas legislativas sobre Cannabis no Estado, o primeiro dos EUA a legalizar a Cannabis para fins medicinais.

No Paraná, pacientes com Parkinson querem testar canabidiol

Há cerca de dez anos, Leunice Fremaniak Wisnieski foi diagnosticada com mal de Parkinson, uma doença que afeta progressivamente o sistema neurológico, causando danos na coordenação motora com tremores e dificuldade de locomoção. Em busca de tratamento adequado, ela conseguiu uma cirurgia para a implantação de chips e um marcapasso no cérebro, medida considerada como uma das mais eficazes para controlar o avanço da enfermidade. Agora, ela quer ajudar outros pacientes e já busca uma terapia alternativa: o uso do canabidiol.

Na cidade do Cascavel, no Paraná, Leunice é a fundadora da ACPP (Associação Cascavelense de Portadores de Parkinson), entidade que foi oficializada no dia 15 de março. Sua intenção é acolher e reunir pessoas que sofrem da mesma doença que ela. “A associação é um local para desenvolvermos ações de qualidade de vida, ginástica, terapias, conversas, um lanche em conjunto… Tudo isso para a pessoa se sentir incluída e ver que há muitos como ela”, explicou Wisnieski.

“No Brasil há pelo menos 200 mil pessoas com a doença. Precisamos trabalhar o que é a doença, os sintomas, como saber a hora de procurar o médico… queremos dar um suporte completo”, completou Leunice.

A ACPP vai atender toda a região de Cascavel, sendo possível participar, inicialmente, através de um número de Whatsapp: (45) 99925-4090. “Já recebi ligações de pessoas de Lindoeste, Santa Tereza… Estamos de portas abertas a todos que querem buscar mais qualidade de vida e receber muito conteúdo sobre a doença”, explicou a idealizadora da associação.

E por que apostar no canabidiol? 

Leunice descobriu um projeto da Universidade de Integração Latino-Americana (Unila) desenvolvido na cidade de Medianeira, oeste do Paraná. Trata-se de um tratamento experimental com canabidiol em pacientes com Parkinson e os resultados, de acordo com a fundadora da ACPP, têm sido positivos.

“Em Medianeira, a Unila é parceira da associação da cidade. Com esse apoio universitário, os pacientes estão passando por seis meses de teste de um tratamento à base de canabidiol, substância extraída da Cannabis. O canabidiol está trazendo bons resultados para os pacientes de Medianeira e queremos testá-lo aqui, em Cascavel, também”, explicou Wisnieski.

Muitas pesquisas já apontam para o potencial terapêutico do canabidiol no tratamento de Parkinson e alguns pacientes brasileiros têm conseguido vitórias judiciais para obtenção do remédio canábico. Em janeiro do ano passado, por exemplo, o juiz federal Walter Nunes da Silva Junior, da 2ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, concedeu salvo-conduto para uma idosa importar sementes e cultivar Cannabis em sua própria casa para tratar mal de Parkinson.

Pesquisadores brasileiros publicam artigo sobre uso de Cannabis em pacientes com câncer

Um artigo científico de pesquisadores brasileiros do Hospital Sírio Libanês e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo foi publicado no periódico internacional Frontiers em Oncology. O estudo destaca o potencial terapêutico da Cannabis para tratamento de condições clínicas decorrentes do câncer.

A realização da pesquisa se deu através de um estudo de caso com dois pacientes pós ressecção subtotal, ou seja, retirada parcial de tumor. Eles foram submetidos à quimiorradiação e, em seguida, à aplicação de procarbazina, lomustina e vincristina em associação com canabidiol (CBD). Os resultados do tratamento foram satisfatórios em ambos os casos, algo que reforça o benefício da planta na melhoria da qualidade de vida desse tipo de paciente.

O funcionamento do sistema endocanabinoide é um dos pontos centrais da pesquisa. Ele está diretamente ligado ao equilíbrio interno do corpo , a chamada homeostase.

A presença de receptores canabinoides nos órgãos humanos, inclusive, é o que explica a eficácia do uso da planta em várias enfermidades, como doenças neuro degenerativas, auto-imunes, no câncer, nas epilepsias e epilepsias refratárias, no autismo, nas doenças gastrointestinais, na ansiedade, nos distúrbios do sono, na depressão, na recuperação muscular em atletas, na cicatrização óssea relacionada à fraturas e osteoporose, e dores crônicas.

Assinam o artigo Paula B. Dall’Stella, Marcos F. L. Docema, Marcos V. C. Maldaun e Olavo Feher, do Departamento de Neuro Oncologia do Hospital Sírio Libanês e Carmen L. P. Lancellotti, do Departamento de Patologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Apesar dos efeitos positivos observados no estudo, os autores reforçam a necessidade da realização de mais pesquisas a respeito.

Cannabis é a responsável por alívio imediato de diversas doenças, aponta pesquisa

Os professores Jacob Miguel Vigil e Sarah See Stith, da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, realizaram uma pesquisa para entender o potencial terapêutico da Cannabis.

O estudo, dividido em duas partes, teve como base os dados gerados pelo Releaf app – programa para registrar como o uso da planta colabora para a diminuição dos sintomas e efeitos colaterais das doenças.

O primeiro momento foi analisar o relato dos usuários que documentaram em uma escala de 1 a 10 quanto seus sintomas diminuíram após o uso da Cannabis. A média foi 4 considerando 27 diferentes condições de saúde. A segunda parte focou em avaliar o uso da flor da Cannabis para o tratamento de insônia.

Mais de 94% dos usuários do aplicativo Releaf relataram a melhora de seus sintomas após a autoadministração da substância. “A Cannabis pode melhorar vários sinais regulando o funcionamento homeostático, condição de estabilidade do organismo”, conta Vigil.

Ele ainda ressalta que “o potencial medicinal deste conceito e a aplicação prática para tratar várias condições de saúde é diferente de qualquer outro medicamento conhecido”.

 

Alternativa segura

Vigil e Stith acreditam que os resultados da pesquisa são positivos e essenciais para ressaltar a importância da população ter mais acesso a estudos que mostrem o risco-benefício e eficácia da Cannabis como tratamento terapêutico.

“O impacto econômico também deve ser considerado, levando em conta o ônus dos opióides e de outras prescrições de alto risco nos sistemas de saúde, que foram forçados a implementar modificações nas práticas gerais de atendimento ao paciente”, reforçou Stith.

A professora acrescenta que a planta é uma alternativa segura para quem sofre com as doenças. “Se o risco-benefício de curto prazo da Cannabis encontrado em nossos estudos reflete o potencial terapêutico de longo prazo, a substituição da Cannabis por medicamentos tradicionais poderia reduzir o risco de interações medicamentosas perigosas”.

 

We are committed to sharing the traditional foods we grew up with as kids.

— Petra Frenkel

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